Estamos de casa nova!

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Para acessar o novo blog do livro Feliz pra Cachorro clique em:

http://www.felizpracachorro.com.br

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Depoimento LegAU!

“O Livro, através de uma abordagem simples e gostosa,
esclarece diversas dúvidas e explica com clareza
informações essenciais para quem deseja ter
uma ótima relação com seu cachorro.”
Alexandre Rossi
Zootecnista e especialista em comportamento canino
Autor do livro “Adestramento Inteligente

Cachorro come cocô?

Pois é meus amigos, cachorro pode desenvolver este hábito em algum momento de sua vida. Isso é muito comum e chama-se coprofagia. Mas não é por nojeira como pode parecer.

Existem muitos motivos para isso.

 

As cadelas recém-paridas podem fazer isso para limpar o ninho,  por exemplo.

Os filhotes podem comer para explorar, por pura curiosidade.

Pode ser por alguma deficiência nutricional e aí o melhor é levar ao veterinário para uma avaliação. Essa deficiência pode ser causada por má absorção dos alimentos no intestino fazendo com que eles comam as fezes em busca do nutriente perdido…

Pode estar querendo chamar a atenção ou ainda esconder as fezes do seu dono, se ele for demasiadamente repreendido por deixar seus “presentinhos” soltos por aí.

Pode ser verminose ou alguma doença.

 

Enfim, nem sempre sabemos  claramente os motivos. O importante é observar, cuidar da alimentação, sempre evitando dar dos nossos alimentos para eles, mesmo as furtas, e procurar ajuda em caso de necessidade.

Doação de Cachorro

Muitas vezes, a gente vê por aí pessoas doando seus cães de estimação. E agora me ocorreu que nunca vi gente doar seus gatos… bom, isso eu ainda teria que pesquisar para ver se é verdade, foi só um pensamento. Mas voltando aos cachorros, isso é muito comum. São vários os motivos que levam uma pessoa a se desfazer de seu amigo canino: trabalho excessivo, gastos idem, alergias, gravidez, temperamento agressivo ou destrutivo do cachorro (às vezes do dono…tb), etc. 

Muitos desses motivos poderiam ser prevenidos se antes de adquirir o cachorro a pessoa se informasse a respeito das características da raça, por exemplo. Afinal, se você tem nojo de baba, não deve escolher uma raça que babe. Ou, se você não tem muito dinheiro para gastar, deve investir em raças menos propensas a problemas de pele, olhos ou ouvidos, por exemplo. Ou se você mora em apartamento, deve escolher uma raça que não fique latindo por qualquer motivo. Como podemos ver, a escolha errada, pode nos trazer problemas que nos levará a não mais querer conviver com o cachorro. E muita gente o trata como um ser inanimado e sem sentimentos. O que já sabemos que não é verdade.

Mas tem muita gente que ainda pensa assim: se não der certo eu dou. E não pensa que será um sofrimento enorme para a seu cachorro sair do seu convívio pois seu cachorro já os tem como família. Sem exageros, será uma criança abandonada numa família desconhecida. Por causa do livro que escrevi (http://www.felizpracachorro.com.br/), sou sempre consultada a respeito e sempre falo as mesmas coisas.

E a primeira pergunta é: você sabe quanto tempo vive um cachorro?
E a despesa com alimentação e remédios? Sabe que é por peso? Ou seja, quanto maior mais ele come e mais ele consome em termos de dose de remédio, caso precise? Ou ainda você sabe o tamanho do xixi e do seu cocô, está disposto a limpar? Ou vai soltar na rua para ele fazer cocô na porta dos outros, para que os outros limpem?
A maioria não se faz pergunta nenhuma: acha todos os filhotes fofos e lindos e compra sem pensar que filhote de elefante também é fofo e lindo. O problema é depois que cresce. 

Se realmente não tiver jeito, procure doar para pessoas conhecidas porque eu vi um caso muito triste numa família. Por ter sido doado a um desconhecido, o cachorro foi encontrado abandonado na rua, cheio de doenças (sarnas, bicheiras, pulgas e carrapatos), magro e faminto.
Você imagina o que foi encontrar um cachorro que foi criado em casa com todo amor e carinho nestas condições? Os antigos donos quase morreram de tristeza quando vieram a cadela na rua, chamaram pelo nome e ela atendeu. Nunca mais foi a mesma coisa: nem a cadela, nem a família.
Hoje ela já faleceu, mas com certeza, um dos motivos foi de tristeza. Neste caso, o cachorro foi doado porque foi comprado para ser micro-toy e ele era um poodle normal, de tamanho médio e virou um cachorrão, totalmente fora dos padrões esperado pela família. Além disso, o cachorro foi comprado para ser de uma das filhas. }como ela se comprometeu a cuidar e não cumpriu, acabou sobrando para os pais que não gostaram nada do novo serviço. E isso é muito comum: a criança diz que vai cuidar e não cuida. daí, eu digo: o cachorro é do adulto, se for comprar para a criança cuidar, esqueça.

Doar, tem que ser para alguém que realmente queira, que sabe do trabalho que dá, da despesa e da atenção que demanda. Desculpe mas isso me tocou muito e às vezes a gente não tem dimensão do que as pessoas que a gente não conhece são capazes de fazer. Muitas vezes, nem as que conhecemos.

E se você acha que é exagero, olhe à sua volta, veja a população de cachorros de rua que existe. Com certeza, começaram a partir de cachorros abandonados por seus donos à própria sorte e foram cruzando e gerando mais cachorros. Visite um centro de zoonoses ou associação de proteção animal e verá a quantidade de cachorros abandonados. É triste ver o que somos capazes de fazer.
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Ana Cláudia Bessa

A Educação

Educar é um ato de amor, de paciência e de respeito. Alguns detalhes são imprescindíveis para que possamos nos comunicar bem com este ser tão especial, mas que é tão diferente de nós.

Não falam a mesma língua que nós. Mas ainda assim, podemos nos comunicar com ele, melhor do que pensamos sem precisarmos ser especialistas em comportamento canino.

E é essa compreensão mútua um dos fatores mais importantes para que a convivência com um cãozinho seja um sucesso.
Para os marinheiros de primeira viagem que, nada sabem, não percam o entusiasmo!

Procure informações.

No livro você vai encontrar alguns conceitos básicos e úteis que irão ajudar a descomplicar a tarefa de ensinar !

Não abandone, nunca!

Nunca abandone seu cãozinho!

Quem ama, não abandona!
E tem muita gente que, por impulso, adquire um cachorro e leva pra casa sem pensar que todo ser vivo precisa de cuidados e dedicação, atenção, carinho, paciência, alimentação.

E aí, por qualquer motivo, depois do animalzinho ter se habituado e se apegado à pessoa, ela vai lá e simplesmente o abandona.

Isso não é amor, é egoísmo.

E muita gente usa as desculpas mais variadas: condomínio, gravidez, alergia…
Sendo que tudo isso poderia (e deveria) ter sido avaliado antes. Eu já morei em condomínio, engravidei e o Lucky continua com a gente. Antes de ter um animal de estimação pense no tamanho da sua casa, no tamanho do tempo que você terá para ele, nas despesas que ele dará, nos problemas de condomínio, nos alérgicos da família e escolha um cãzinho de acordo com as suas possibilidade, ou então desista e deixe que ele seja adotado por alguém que nunca vá abandoná-lo ou que esteja disposto a enfrentar as barreiras que possam aparecer, como um síndico chato ou um médico que acha (equivocadíssimamente) que grávida não pode ter cachorro..

E se você realmente não tiver outra alternativa, procure incansavelmente outra família ou alguém que realmente irá cuidar bem dele, não dê ao primeiro que aparecer. Faça perguntas, questione, analise.

É o mínimo que seu amigo merece de você que o cativou e agora vai deixá-lo sob os cuidados de um desconhecido para ele.

E abandonar na rua, jamais.
Isso não é humano!

Depoimento legAU !

Antes de mais nada, ObrigAUda, Cecília!

“Meu irmão e minha cunhada estão lendo o livro e estão amando, como eles adoram animais foi um presentão e tanto. Precisa ver como ficaram felizes com o livro. Em anexo as fotos dos meus queridos. O pretinho é o jovem Ica, doce, obediente, simpatico e bastante comportado. A branquinha é a senhora Lara, a rebelde, sem noção nenhuma do perigo. É uma loucura andar com ela pela rua, quer brigar com todos os outros cachorros que encontra, não importa o tamanho; agora em dezembro quase viramos comida de cachorrão grandão, etâ cachorra sem juízo… Quando dei o livro para o meu irmão e cunhada, os olhinhos dela brilharam. É muito bom quando acertamos no presente.”

Cecilia Barros – SP

CERTO PARA MORAR COM VOCÊ

 

Encontrar o cão certo para morar com você em ambiente residencial fechado não é tarefa fácil. O livro Feliz pra Cachorro (Editora CMS), escrito pela química Ana Cláudia Bessa, pode oferecer uma boa ajuda nessa hora.
• Escolha uma raça que alcance no máximo 40 centímetros de altura ao chegar à fase adulta.
• Prefira comprar o filhote em canil especializado, com registro de funcionamento e boas referências. Feiras de animais nem sempre são confiáveis.
• Em geral, as fêmeas são mais dóceis e os machos mais brincalhões.
• Informe-se sobre as caracterísiticas menos glamourosas de cada raça. Dois exemplos: o basset hound tem grande tendência para engordar, e o sharpei, aquele cheio de rugas, baba demais.
• Evite cães sem raça definida (vira-latas), porque é difícil imaginar qual tamanho terão quando adultos.
• Raças da moda correm maior risco de “falsificação”, pois são mais propícias a cruzamentos feitos sem rigor.
• Para não fazer inimigos no prédio, cuidado com as espécies que latem muito, como fox-terrier, pinscher e o minúsculo chihuahua, dono de um latido fino e estridente.
• Entre as raças mais dóceis, indicadas para crianças, estão o beagle e o bulldog inglês.
• O poodle é o mais popular cão de apartamento, mas é preciso estar atento para o tamanho: o indicado é o toy, o menor deles.
• Esteja preparado para gastar um dinheiro com equipamentos, alimentação e cuidados médicos. Ter um animal em casa pode não sair barato.

fonte: http://www.redbulldogs.com.br/11/02_03.htm

Os Primeiros Cuidados

Cuidar de cachorro não é fácil.
Porém, é uma rotina que facilmente é assimilada e passa a fazer parte do nosso dia-a-dia. O mais importante é ter em mente que nosso novo amigo, não escolheu estar conosco, e sim foi escolhido por nós. Isso aumenta nossa responsabilidade.

Cuidados com a educação, com a saúde, a higiene e também com a segurança, dele e dos outros, são fatores que devemos estar sempre atentos.

A falta de informação às vezes, nos faz cometer muitos erros que podem ser evitados.

É importante informar-se quais os remédios que ele pode (e deve tomar), sobre os banhos, comida, conforto, necessidades, limpeza, como passear com segurança…Enfim, tudo que de mais básico e necessário para se aventurar nesta deliciosa convivência que você tem ou terá para os próximos anos.

E que, graças á Deus, serão muitos anos!!!